quinta-feira, 5 de outubro de 2017

IMPLANTAÇÂO DA REPUBLICA PORTUGUESA (5 de outubro) 2017

5 de Outubro de 1910

No dia 5 de Outubro de 1910 deu-se a implantação da República em Portugal. Esta ação foi levada a cabo por um movimento de cidadãos apoiantes do republicanismo nacional. Estes cidadãos não concordavam que Portugal fosse governado pela monarquia. Chefiados por Teófilo Braga, os cidadãos procederam a um golpe de estado, destituíram a monarquia constitucional e implantaram o regime republicana Após a proclamação da República foi criado um governo provisório chefiado por Teófilo Braga. Em Agosto de 1911 foi aprovada uma nova Constituição, tendo início a Primeira República Portuguesa.O primeiro Presidente da República foi Manuel de Arriaga, eleito pelo Parlamento a 24 de agosto de 1911.Com esta mudança foram alterados alguns símbolos do país como o hino e a bandeira nacional, que passou de azul e branca para verde e vermelha.
                                                                   

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Portugal está de luto

incêndio florestal de Pedrógão Grande deflagrou a 17 de junho de 2017 no concelho de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, em Portugal, tendo alastrado aos concelhos vizinhos de Castanheira de PeraFigueiró dos VinhosAnsião e Alvaiázere (também distrito de Leiria), ao concelho da Sertã (distrito de Castelo Branco), ao concelho de Pampilhosa da Serra (distrito de Coimbra) e ao concelho de Góis (Coimbra) O desastre é o maior incêndio florestal de sempre em Portugal, o mais mortífero da história do país e o 11.º mais mortífero a nível mundial desde 1900
Um balanço provisório contabilizou 64 mortos (63 civis e 1 bombeiro) e 204 feridos (191 civis, 12 bombeiros e um militar da Guarda Nacional Republicana), dos quais 7 em estado grave (4 bombeiros, 2 civis e 1 criança).[6]Entre as vítimas mortais 47 foram encontradas nas estradas do concelho de Pedrógão Grande, tendo 30 morrido nos automóveis e 17 nas suas imediações durante a fuga ao incêndio. O incêndio também arrasou dezenas de lugares                                      
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terça-feira, 13 de junho de 2017

13/06/2017 DIA DE SANTO ANTÓNIO

As pessoas adoram este dia. Há muita diversão: carrosséis, carros de choque e muito mais, assim como barraquinhas de comes e bebes para todos os gostos. Há também os famosos casamentos de Santo António, muito populares, não esquecendo as famosas farturas, que nunca faltam e que são muito apreciadas. São FESTAS POPULARES.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA 01/06/2017

Toda criança no mundo
Deve ser bem protegida
Contra os rigores do tempo
Contra os rigores da vida

Criança tem que ter nome
Criança tem que ter lar
Ter saúde e não ter fome
Ter segurança e estudar.

Lamber fundo da panela
Ser tratada com afeição
Ser alegre e tagarel
Poder também dizer não!

Carrinho, jogos, bonecas,
Montar um jogo de armar,
Amarelinha, petecas,
E uma corda de pular.
Ruth Rocha

domingo, 7 de maio de 2017

07 /05 /2017 DIA DA MÃE

Para todas as MÃES do mundo,que passem um dia cheio das maiores alegrias ,felicidade, saúde e muito amor,junto de seus queridos FILHOS


FELIZ DIA DA MÃE

terça-feira, 11 de abril de 2017

Páscoa-16 /04 /2017

Que a Páscoa seja sinónimo de amor ,perdão e solidariedade em todo o MUNDO

FELIZ PÁSCOA

segunda-feira, 20 de março de 2017

                                                                                  

Primavera

Ah! quem nos dera que isto, como outrora, 
Inda nos comovesse! Ah! quem nos dera 
Que inda juntos pudéssemos agora 
Ver o desabrochar da primavera! 

Saíamos com os pássaros e a aurora. 
E, no chão, sobre os troncos cheios de hera, 
Sentavas-te sorrindo, de hora em hora: 
"Beijemo-nos! amemo-nos! espera!" 

E esse corpo de rosa recendia, 
E aos meus beijos de fogo palpitava, 
Alquebrado de amor e de cansaço. 

A alma da terra gorjeava e ria... 
Nascia a primavera... E eu te levava, 
Primavera de carne, pelo braço! 

Olavo Bilac, in "Poesias" 
       

sexta-feira, 3 de março de 2017

Poema de:FERNANDO PESSOA

Não Digas Nada!

Não digas nada! 
Nem mesmo a verdade 
Há tanta suavidade em nada se dizer 
E tudo se entender — 
Tudo metade 
De sentir e de ver... 
Não digas nada 
Deixa esquecer 

Talvez que amanhã 
Em outra paisagem 
Digas que foi vã 
Toda essa viagem 
Até onde quis 
Ser quem me agrada... 
Mas ali fui feliz 
Não digas nada. 

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"